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14
nov
07

Derrubando Golias

Derrubando GoliasMax Lucado é autor de mais de 70 livros que chamam a atenção pela narrativa simples, cativante e, quase sempre, cheia de piadinhas. Viveu no Brasil por algum tempo e hoje é pastor em Oak Hills Church of Christ. (De novo, mas não tenho culpa que gosto desse autor…)

Todos já tivemos que enfrentar gigantes em nossas vidas. Nesse livro Max nos ensina como vencer os nossos. Novamente de uma maneira gradual e através da vida de um personagem bem conhecido da bíblia: O rei Davi, que, assim como nós, teve sucesso e teve fracassos, vitórias e derrotas.

Ele nos mostra, usando os exemplos de Davi, como vencer nossos gigantes, como ouvir a voz de Deus, como derrotar nossos inimigos, como construir nossas muralhas, como conviver com nossas esperanças frustradas.

É um livro bem abrangente, que nos ensina a cuidar de várias áreas de nossas vidas. E como sempre com o humor e a simplicidade que é marca registrada do autor (na minha opinião ao menos).

Citando uma das frases mais interessantes do livro:

“Concentre-se nos gigantes – e você tropeçará. Concentre-se em Deus – e seus gigantes tropeçarão.”

Fica a pergunta: Onde está seu foco? No seu Deus ou no seu problema?

Leia o livro e você terá uma nova visão de como enfrentar esses dilemas.

Por Wagner Santos.

25
out
07

A Grande Casa de Deus

A Grande Casa de DeusMax Lucado é autor de mais de 70 livros que chamam a atenção pela narrativa simples, cativante e, quase sempre, cheia de piadinhas. Viveu no Brasil por algum tempo e hoje é pastor em Oak Hills Church of Christ.

Neste livro Max usa a Oração do Senhor para nos mostrar o que Jesus quis dizer em João 14.23: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viveremos para ele e faremos nele morada”.

Toda a narrativa é um convite para nos aprofundarmos em ‘conhecer e prosseguir em conhecer a Deus’ e descreve os vários aposentos de uma casa mostrando onde ele se encaixa na Oração do Senhor, assim Max nos mostra onde devemos entrar para conseguir refrigério, onde devemos ir para tocar o coração de Deus, ou para saciarmos nossa fome.

Destaque para o capítulo 8: A Fornalha (Porque alguém orou), através dele Deus me abriu os olhos para o quanto é importante, e preciosa, a nossa oração.

É um livro cativante, que prende sua atenção!

E, usando as próprias palavras de Max, fica o convite:

“Crianças a memorizam [a oração do Senhor]. Fariseus a recitam. Estudiosos a esquadrinham… Quero, porém, desafiar a nós mesmos a fazer algo diferente. Quero que moremos nela… Essas palavras [a oração do Senhor] fazem mais do que nos ensinar o que dizer a Deus…. Gostaria de dar uma olhada?”

Eu dei, e gostei muito do que eu vi.

Por Wagner Santos.

18
out
07

O Monge e o Executivo

O Monge e o Executivo“O Monge e o Executivo” de James C. Hunter fala da essência da liderança, mas de uma forma diferente e atrativa. A história é narrada por John Daily, um executivo que se vê em um momento crítico de sua vida.

Apesar de uma aparente prosperidade, sua família estava desmoronando e sua carreira profissional passava por dificuldades. Num momento percebe que estava fracassando como chefe, marido e pai.

Mas resolve procurar ajuda se inscrevendo no retiro de um mosteiro beneditino. John detalha os dias que esteve no mosteiro, onde participou junto a um grupo de cinco pessoas de diferentes profissões de uma semana de lições sobre liderança com o frade Leonard Hoffman, um ex-executivo de sucesso.

John entende então a essência da liderança, o amor. Aprende que é preciso liderar com autoridade, algo somente possível através do amor, sacrifício e dedicação. Amor? Sim. É preciso amar seus liderados. Ok, na igreja isso “é fácil”, mas e profissionalmente?

O amor sugerido pelo frade é o Ágape, que está diretamente ligado à nossa atitude e não aos nossos sentimentos. A definição de amor de 1 Coríntios 13 é apresentada como fonte de inspiração do caráter do verdadeiro líder, cada termo do apóstolo Paulo é estudado e retirado como lição.

Durante a leitura você irá se surpreender em como entendemos errado o termo liderança, muitos paradigmas podem ser quebrados. O verdadeiro líder serve, este é o exemplo do maior líder que já existiu: Jesus.

Recomendo muito este livro não apenas para aqueles ocupam cargos de liderança, mas a todos. Os princípios apresentados pelo autor, de forma tão clara e direta, podem mudar o modo como entendemos nossas responsabilidades.

Por Paulo Camargo.

16
out
07

Three

ThreeTed Dekker não é um Chesterton, nem um Lewis, nem muito menos um Tolkien. Essa não é a melhor forma de começar uma avaliação literária, mas agüente firme.

Dekker é filho de missionários. Viveu por muitos anos na Indonésia e tem seus estudos em Religião e Filosofia (ambos muito bem aplicados ao livro em questão). Trabalhou como administrador em uma empresa de assistência médica e logo depois se enveredou pelos caminhos do Marketing. Mas vocação é vocação, e desde 1997 ele é escritor full-time.

“Three” não é seu primeiro livro. Foi lançado em 2003 e só este ano a Thomas Nelson o lançou no Brasil. Talvez pela editora ter se instalado este ano no Brasil, o que faria todo sentido no mundo.

O livro é descrito como ficção e romance. Mentira. É suspense psicológico, e dos bons. Outros exemplos desse estilo seriam “O Iluminado”, de Stephen King e “Clube da Luta”, de Chuck Palahniuk.

O assunto central é a luta interna entre o bem e o mal. A história circula ao redor de Kevin Parson e de seus relacionamentos: Samantha, Jennifer e o Dr. John Francis, seu mentor e professor no Seminário onde estuda Teologia. Pelo que entendi, o livro teve como base o texto de Romanos 7:15-25.

O livro tem 347 páginas, e é para ser lido de uma vez só. É envolvente e angustiante. É bom. Muito bom.

Espero que a Thomas Nelson traga outros livros do autor. Precisamos de bons livros romanceados assim. Ele não se compara aos três autores ingleses que citei no início da avaliação, mas não deixa nada a desejar comparado com autores de thriller modernos.

E pelo que entendi, “Three” virou um filme. Ponto extra.

Por Eduardo Mano.

11
out
07

Alma Sobrevivente

Alma SobreviventePré-Philip
Antes de falar sobre o livro, tenho que dizer como era meu entendimento de fé, sobre o que eu achava que era. Para isso, tenho dois posts em meu blog sobre o assunto (“Homem de Pequena Fé” e “A Fé que move montanhas”). Antes, eu via a fé como algo meio difícil de alcançar, algo em que eu tinha que fazer muito esforço e só algumas pessoas tinham. Para mim, fé não era algo prático, era algo complexo. Mas então…

Pós-Philip
Minha visão de fé foi renovada. Recebi uma visão de Fé prática que não tinha antes. Philip mostra, em testemunhos, pessoas que influenciaram sua vida, pessoalmente ou por obras. Philip conta histórias de como essas pessoas conheceram Cristo de mais perto e pontos importantes sobre a fé. Foi um ato muito bom ler estas histórias e entender que Cristo age com qualquer dessas pessoas-qualquer mesmo. Aprendendo com os outros, podemos descobrir muito…

Mentores
Philip começa contando sua história. Tendo se decepcionado com a Igreja-instituição, ele expressa o porque da frase “Sou Cristão,apesar da Igreja” na capa do livro. Depois,ele cita histórias emocionantes e como isto afetou a vida dele. São 13 mentores falados no livro, entre eles: Luther King, Chesterton, Gandhi, John Donne, Endo, Tolstoi, Dostoievski, Henry Nouwen e muitos outros.

Cada um tocando em assuntos relacionados a fé em Cristo, não na Igreja: aprender com a dor (John Donne), viver com pouco (Gandhi, Paul Brand), servi aos outros (Paul Brand), quebrar costumes (Endo), procurar a graça (Tolstoi) e encontrar a graça (Dostoievski), ver Deus nas coisas simples (Annie Dillard). “Alma Sobrevivente” é uma chave para um biblioteca, pois através deste livro, você ira encontrar muitos outros.

Vale?
O que Philip passa é toda uma caminhada em busca de respostas. Acho que este livro irá responder muitas questões que ficam em nossas mentes: Por que Deus deixa eu sofrer? Por que existe a dor? Por que eu não consigo ser o que eu falo? Por que ninguém consegue viver o que Jesus ensinou? Para mim, ele não responde isso. Mas ele te mostra o caminho para descobrir junto com Deus, numa caminhada inesquecível.

Nota: 10,0
Ponto Forte: Todas as citações, todas as histórias, todo o livro
Ponto Fraco: Faltou C.S.Lewis??

Se você leu, comente!

Por Jonatas Bueno.

29
set
07

Como os pinguins me ajudaram a entender Deus

Comos os pinguins me ajudaram a entender Deus-Donald MillerDonald Miller não vem com nenhuma fórmula mágica para se tornar um cristão melhor, mas esse acaba sendo o resultado.

Livros têm que ser muito cuidadosos ao ensinar coisas para as pessoas, em especial livros de auto-ajuda, porque elas levam isso a sério, e o suposto aprendizado, acaba se tornado prática de suas vidas.

Donald Miller não ensina nada, e por isso o livro é muito bom. Ele apenas escreve experiências que teve ao longo de sua vida cristã. Como os pinguins me ajudaram a entender Deus da Thomas Nelson Brasil, parece mais com um blog impresso, do que com um livro que fica nas prateleiras de livros cristãos.

Ao longo das várias histórias, Miller mostra como o cristianismo começou a trazer-lhe a verdadeira paz, somente quando ele descansou, e quando o tornou a sua vida, não apenas uma parte dela.

O conflito do autor, será identificado por muitos, que assim como ele, compartilham as mesmas experiências.

As histórias são recheadas de bom-humor, verdades que não aceitamos, e muita sinceridade da parte de Donald Miller.

Algumas pessoas podem não identificar o livro a partir do título em português, para os mais informados trata-se de Blue Like Jazz, o best-seller que ficou 20 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times.

Por Thiago [iPodJesus]

16
ago
07

Cristianismo Criativo?

Cristianismo Criativo? - Steve TurnerEste não é um livro que te ensinará técnicas inovadoras para aplicar, no grupo de teatro da sua igreja, também não é um livro que te ensinará envolver a igreja em um clima de louvor. Nada disso!

Cristianismo Criativo? da W4 Editora está mais para um tese que para um simples livro. É um daqueles que se compra pela capa, as folhas são de papel reciclado, e todo o acabamento é muito bem feito.

Steve Turner, o autor, escreve para a famosa revista Rolling Stone e ao mesmo tempo para a Christianity Today, além de colaborar com alguns outros jornais .

É possível como cristão criar algo que seja relevante para aqueles que não são cristãos? A nossa música com sua essência (letra) totalmente carregada de um conceito religioso, pode receber a atenção daqueles que nem mesmo acreditam na religião?

Turner não nega a cultura chamada cristã, mas ele acredita que ela não é suficiente nem para os próprios cristãos, menos ainda para aqueles que não são convertidos.

Algo interessante que Steve fala, é sobre atitudes intrusivas de pregadores que simplesmente lançam sua mensagem, ali no meio de pessoas que não querem ouvir aquilo que se está dizendo (pelo menos da forma como diz), e depois de lançar a sua suposta eficaz mensagem simplesmente oram para que tenha efeito!

O livro tem uma visão de que o nem todo o Cristão foi chamado para fazer arte com fins evangelísticos, fora isso, todo o Cristão foi chamado para ser cristão seja no meio dos estúdios de Walt Disney, no cast da Sony, ou em um artigo da Rolling Stone.

No final do livro, a melhor parte, existe um testemunho de pessoas que conseguiram ser cristãos, em uma cultura secular, sem negar a sua fé, e ainda sim produzir algo que fosse relevante para a nossa sociedade. Pessoas que conseguiram inserir o seu cristianismo, mas isso era interessante para o judeu, o budista, e até mesmo o ateu. Aos não-cristãos pareceu apenas bons valores, mas intimamente, os artistas estavam com a cruz no centro de tudo, mesmo não jogando isso na cara de todo mundo.

Para terminiar Steve Turner, fala de sua experiência pessoal e acima de tudo o conflito, em tentar aplicar isso a uma voz que fala de forma secular, mas que provém de um coração convertido. Acima de tudo vi no autor, uma pessoa que ama o Criador, a Criatura e a criação dela, que com certeza não está totalmente corrompida, e se estiver, Turner está disposto a denunciar isso, mesmo que não em cima de púlpito.

Saiba mais sobre o livro Cristianismo Criativo?.

Por Thiago [iPodJesus].

25
jul
07

Ministério com Famílias no Século 21

Ministério com Familias no Século 21A Família vale sempre mais! Essa afirmação vem de um tema de um retiro de casais muito bom da IBAB que fui, (já fazem 2 anos e meio!) e é a sensação que tenho quando li o livro de Dennis Rainey, Ministério com famílias no século 21, comprei esse livro há uns 3 anos e meio em uma feira quando pude levar um montão de livros meio encostados a um preço baixo.

O livro tem boas idéias, algumas tem aplicação com comunidades mais metódicas, mas acho que o grande mérito dele é dar a noção de que a igreja é a esperança da família nesse mundo. À medida que vemos uma sociedade cada vez mais caótica, podemos relacionar esses efeitos diretamente com a decadência dos laços familiares que temos acompanhado ao longo dos anos e a cada novela que a Globo coloca às 21:00 e às 19:00.

E o que o autor prega tem muita razão, à igreja, cabe o papel de ser uma fortaleza em relação à família, ajudando as famílias a se estruturarem melhor, apoiando nas crises e influenciando a sociedade que uma família sanada é a melhor saída para as crises pessoais. Cabe à igreja porque é Deus quem começou a família.

Os pastores pisam muito em ovos tentando respeitar os divorciados da igreja, aqueles que crescem com seus pais em casas diferentes, aqueles casais que vivem juntos etc. E a impressão que passa é que a igreja acaba sendo complacente com essa situação deixando de estimular o plano A de Deus, a famíla, o casamento que não acaba, os filhos que tem a companhia do pai e mãe em casa.

As idéias são colocar em prática o que a Bíblia já fala, as mulheres com mais idade que falem às mais novas o que é a vida. Ele estrutura didaticamente as várias fases do casal desde quando estão pensando em casar até quando vêem os filhos irem embora de casa. Estrutura grupos de mentores para auxílio em cada fase do casal e coloca uma grande responsabilidade à igreja em acompanhar a vida de cada família e suprí-la nas crises que haverão.

Faz pensar muito na responsabilidade que é plantar novas igrejas não somente em levar o evangelho, mas propor a quem está conosco o quanto a família conforme Deus sempre pensou vale a pena.

Por Luis Fernando.

16
jul
07

Somos Todos (a)Normais?

Somos Todos (a)Normais?Gostaria agora de recomendar o livro Somos todos (a)normais.

Gosto muito dos livros do John Ortberg, seus títulos em inglês sempre enchem a página e de cara já mostram seu bom humor, o título em inglês desse livro é “Evebody’s normal till you get to know them” (Todo mundo é normal até que você o conheça).

Acho seus livros bem simples e as imagens que ele gera ao contar os fatos bíblicos ajudam muito a entendermos a Bíblia, além disso suas citações mostram que essa simplicidade em escrever não deve ser confundido com superficialiadade. Acho que os últimos temas que ele tem trabalhado além do cuidado em colocar algumas questões para discussão em grupo já mostram seu cuidado pastoral em fazer os grupos discutirem e refletirem a respeito de temas tão importantes.

John Ortberg já começa afirmando que “essa coisa de pessoal normal não existe”, mas sua ênfase é o relacionamento e a comunidade, por ter vindo de Willow Creek essa ênfase é bastante esperada e ele discorre a respeito da necessidade de comunidade partilhada pelo mundo inteiro ao mesmo tempo da resposta de Deus a essa necessidade (aí tem várias idéias legais que com certeza aprendeu do Dr B (Gilbert Bilezekian) que colocou estas idéias de forma mais acadêmica mas da mesma forma formidável no livro Community 101).

Continue lendo ‘Somos Todos (a)Normais?’

13
jul
07

Campo de Batalha da Mente

Campo de Batalha da Mente“Há uma guerra se desenrolando. E sua mente é o campo de batalha” são as palavras que a Joyce Meyer descreve em seu livro Campo de Batalha da Mente, um best-seller com mais de 2 milhões de cópias vendidas.

Ela conta o que acontece no mundo espiritual e principalmente em nossa mente, através do Espírito Santo Joyce Meyer orienta como libertar mentes com anos de aprisionamento pelas mentiras contadas pelo inimigo, nos ensina como adquirir auto-controle sobre nossa mente reconhecendo que os pensamentos negativos podem influenciar e muito em nossa vida, devemos ser pacientes e sair do nosso “deserto mental”, pois não se pode ter uma vida positiva e uma mente negativa.

Em Provérbios 23:07 diz: “Pois como ela pensa em seu coração, assim ela é…”

Algumas armas são necessárias para derrotar o inimigo que tem agido na mente de muitos cristãos e não cristãos, quer saber quais são elas?

Então leia Campo de Batalha da Mente, Deus lhe dará uma estratégia.

Por Karina Silva.




"Só um livro é capaz de fazer a eternidade de um povo." - Eça de Queiroz

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